
A oscilação dos contratos futuros de café deve permanecer, impulsionada principalmente pelo aumento tarifário imposto pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre produtos brasileiros — incluindo o café —, além das incertezas climáticas no Brasil.
Os contratos futuros do café arábica na Bolsa de Nova York (ICE Futures US) reagiram na semana e devem se encerrar acima dos 300 centavos de dólar por libra-peso. O contrato com vencimento em setembro/25 – o mais líquido – fechou ontem (24) a 304,85 cents/lp, alta de 1,16% (350 pontos) no dia e avanço semanal de 0,41% (125 pontos).
Na Bolsa de Londres (ICE Futures Europe), o contrato de robusta para setembro/25 também fechou em alta de 1,48% (49 dólares), cotado a US$ 3.349 por tonelada. Na variação semanal, os ganhos acumularam 0,03% (1 dólar).
O dólar à vista encerrou a sessão de ontem em queda de 0,06%, cotado a R$ 5,5199. Na semana, a moeda americana recuou 1,21%.
A Climatempo informou que a entrada de umidade, favorecida pela passagem de uma frente fria pela Região Sudeste, provoca pancadas irregulares no sul de São Paulo, nas cidades do sul de Minas Gerais e do Rio de Janeiro e em áreas do litoral do Espírito Santo no fim de semana. Nas demais áreas do interior paulista e em grande parte de Minas Gerais, o tempo continua firme, com sol predominando e temperaturas elevadas durante a tarde, além de queda acentuada da umidade relativa do ar, que fica abaixo dos 30% nos períodos mais quentes do dia, prevê a Climatempo.
No mercado físico brasileiro, os preços seguiram a tendência internacional e subiram ontem. Segundo o Cepea/Esalq-USP, o café arábica foi negociado a R$ 1.824,52 por saca, porém com queda semanal de 0,06%. Já o robusta fechou a R$ 1.007,91 por saca, queda de 0,55% na semana.
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