Por Silas Brasileiro – Presidente do Conselho Nacional do Café (CNC)
O Conselho Nacional do Café recebeu, na última quarta-feira (19), a honrosa visita do novo embaixador Mauro Furlan da Silva, que atuará na Representação Permanente do Brasil junto aos Organismos Internacionais em Londres a partir do próximo ano, acompanhado da Ministra Grace Tanno, Chefe da Divisão de Política Agrícola do Ministério das Relações Exteriores (MRE), e do secretário do MRE Paulo Henrique Moraes Tapajos. Assim como o atual embaixador José Augusto Silveira de Andrade Filho – que atua de forma competente -, o novo representante tem buscado dialogar com as entidades do setor cafeeiro para conhecer melhor essa cultura tão importante para o nosso país.
Não apenas foi gratificante recebê-los, como também uma oportunidade de apresentar como se produz café no Brasil, o papel de nossas cooperativas de insumo e crédito, a importância da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) e da Embrapa, como o Funcafé (Fundo de Defesa da Economia Cafeeira) foi constituído e, especialmente, suas finalidades.
Também foi relevante explicar por que foi criado o Conselho Deliberativo da Política do Café (CDPC) em 1996, em razão da extinção do Instituto Brasileiro do Café (IBC) em 1990, seu comitê técnico e as ações realizadas pelas representações: desde a exportação, com o CECAFÉ; a indústria do café torrado e moído, com a ABIC; a indústria do solúvel, com a ABICS; e a produção, representada pela Comissão Nacional do Café da CNA e pelo Conselho Nacional do Café, como braço operacional da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB).
Destacamos, ainda, o princípio da sustentabilidade, com foco no social e na preservação ambiental.
Citou-se também o alcance do programa Café Produtor de Água, único no mundo, que promove a preservação dos recursos hídricos, a recomposição das matas ciliares e, em parceria com entidades governamentais, prefeituras e cooperativas, contribui para a conservação de estradas vicinais, gerando água e qualidade de vida para aqueles que residem em suas propriedades produtoras.
Ressaltamos, igualmente, a importância de contar, no CDPC, com sete representantes governamentais (Ministério da Agricultura e Pecuária, Ministério das Relações Exteriores, Ministério da Fazenda, Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar) e com a Embrapa, entidade de pesquisa dedicada a manter o Brasil cada vez mais competitivo, desenvolvendo plantas mais precoces, produtivas e resistentes a condições climáticas adversas — como chuvas intensas, granizo, secas prolongadas e temperaturas elevadas. Além disso, destacamos a Conab, responsável pelo mapeamento do parque cafeeiro e pelas estatísticas de previsões de safra.
Enfim, apresentamos todo o conjunto que compõe a cafeicultura brasileira e suas ações diplomáticas, hoje conduzidas brilhantemente pelo embaixador José Augusto e que seguirão fortalecidas com o embaixador Mauro Furlan da Silva, bem como pela diretora executiva da Organização Internacional do Café (OIC), Vanusa Nogueira.
De forma breve, buscamos fornecer ao novo embaixador todas as informações necessárias, as quais naturalmente serão complementadas pelas entidades do setor.
Por fim, mais uma vez agradecemos a gentileza da visita ao nosso escritório pelos representantes do Itamaraty, reconhecendo o extraordinário trabalho da Rebraslon, comandada pelo embaixador José Augusto, amigo e líder de uma equipe dinâmica e competente.
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