
Com o tráfego marítimo prejudicado, dificultando, especialmente, a chegada de café da Ásia para Europa, o mercado futuro de café arábica registrou forte alta ontem na Bolsa de Nova York (ICE Futures US), apesar da proximidade de colheita volumosa no Brasil.
O futuro para maio/26 em Nova York, o mais líquido, subiu 2,73% (800 pontos), a 300,90 cents. Na semana, o acumulado registra alta de 5,52% (1.575 pontos), voltando a romper a barreira dos 300 cents.
Os futuros de robusta na Bolsa de Londres (ICE Futures Europe) também apresentaram recuperação. O contrato para maio/26 fechou ontem em alta de 2,51% (90 dólares), a 3.669 dólares a t. Até aqui, a semana registra uma alta de 6,19% (214 dólares).
O dólar à vista fechou ontem em queda de 0,59%, a R$ 5,2156, com queda semanal de 1,87%.
Segundo o Broadcast, nesta sexta-feira (20), às 11h45, pelo horário de Brasília, começa o outono no Hemisfério Sul. É um importante indicador de que o mercado climático vai voltar a influenciar as cotações do café, trazendo volatilidade, por causa da possibilidade de entrada de massas de ar polar pelo Sul do País, provocando geadas, que podem alcançar áreas de café.
No mercado físico, os pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP, informaram que as cotações domésticas do café registraram alta ontem. As negociações foram concluídas a R$ 1.924,51 por saca, alta semanal de 2,45%, e a R$ 1.005,22 por saca, 0,52% positivo na semana, respectivamente.
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