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Com tendência de queda, café em NY segue oscilando por causa das incertezas globais

A colheita de café no Brasil se inicia marcada por uma tendência de queda nos preços nas bolsas internacionais. O mercado futuro de arábica deve fechar a semana na ICE Futures US (NY) próximo ao menor valor desde de fevereiro. Além do grande volume a ser colhido no maior produtor de café do mundo, os movimentos de guerra no Oriente Médio continuam promovendo incertezas e volatilidade no mercado.

Ontem (07), a ICE Futures US para julho/26, o mais negociado, caíram 3,73% (1.060 pontos), a 273,25 centavos de dólar por libra-peso. Na semana, o acumulado de queda foi de 4,59% (1.315 pontos).

Na ICE Futures Europe, os contratos futuros de café robusta seguriam caminhos opostos ao de NY. O vencimento julho/26 apresentou valorização de 0,56% (19 dólares), sendo negociado a 3.432 dólares por tonelada. O fechamento semanal apresentou alta de 2,02% (68 dólares).

O dólar à vista fechou em alta de 0,05%, a R$ 4,9234. No entanto, a baixa semanal foi de 0,58%.

A Climatempo informa que ventos moderados a fortes devem ocorrer até o fim de semana em áreas do Centro-Sul do Brasil. “Essas rajadas de vento poderão ocorrer entre os dias 6 e 10 de maio de 2026, mesmo sem a ocorrência de chuva”, disse a Climatempo.

Já no mercado físico, pesquisadores do Cepea, vinculado à Esalq/USP, apontaram que os preços do café caíram ontem. As negociações foram concluídas a R$ 1.704,29 por saca, baixa semanal de 3,25%, e a R$ 916,93 por saca, 0,90% negativona semana, respectivamente.

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