
Seguindo como principal fundamento baixista, a colheita de café no Brasil começa a se acelerar em algumas regiões, o que impacta os preços nas bolsas internacionais. No entanto, a favor do movimento altista estão os conflitos no Oriente Médio, que continuam promovendo incertezas e volatilidade no mercado.
Ontem (07), a ICE Futures US para julho/26, o mais negociado, caíram 1,80% (505 pontos), a 275,70 centavos de dólar por libra-peso. Na semana, o acumulado foi de alta de 0,33% (90 pontos).
Na ICE Futures Europe, os contratos futuros de café robusta também seguiu o mesmo caminho. O vencimento julho/26 apresentou desvalorização de 2,05% (73 dólares), sendo negociado a 3.487 dólares por tonelada. Entretanto, o fechamento semanal apresentou alta de 2,14% (73 dólares).
O dólar à vista fechou em baixa de 0,05%, a R$ 4,985. No entanto, a alta semanal foi de 1,86.
Já no mercado físico, pesquisadores do Cepea, vinculado à Esalq/USP, apontaram que os preços do café caíram ontem. As negociações foram concluídas a R$ 1.646,98 por saca, baixa semanal de 1,37%, e a R$ 952,98 por saca, 4,38% positivo na semana, respectivamente.
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