O aumento dos preços por parte da indústria de café e das cafeterias surgiu como um novo fundamento e pressionam a cotação dos futuros de arábica na Bolsa de Nova York (ICE Futures US), sem que o mercado perca de vista a questão dos volumes de estoque, tarifaço, intempéries climáticas no Brasil, entre outros.
O contrato com vencimento em dezembro/25 fechou a sessão de ontem (28), caindo 780 pontos (2,02%), encerrando a 377,50 centavos de dólar por libra-peso. O mês de agosto deve ser encerrado com registro de mais de 30% de alta, porém, na semana, teve queda de 0,21 (80 pontos).
Já na Bolsa de Londres (ICE Futures Europe), o vencimento novembro do robusta houve queda de 1,44% (US$ 70) nesta quinta-feira, cotado a US$ 4.808 a tonelada. Até aqui, a semana registra alta de 3,40% (U$ 158).
O dólar à vista encerrou, em baixa, a R$ 5,406 (0,0595%) ontem, e o acumulado da semana também em queda de 0,36%.
No mercado físico, os pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP, informaram que no spot nacional, os preços do café robusta caíram e o do arábica se manteve estável nesta quinta-feira. O arábica foi negociado a R$ 2.301,68, com fechamento positivo na semana de 3,29%, e o robusta a R$ 1.529,97, correspondendo a 5,31% de alta.
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