
Os contratos futuros do café têm agora um novo fundamento: a geada ocorrida em várias propriedades do Cerrado Mineiro já causou um aumento nos preços na Bolsa de Nova York (ICE Futures US). Para especialistas, as cotações devem continuar voláteis, especialmente no curto prazo, com as incertezas climáticas, volume de produção das próximas safras, além da indefinição das relações comerciais entre Brasil e EUA.
O contrato com vencimento em dezembro/25 – o mais líquido – fechou ontem (14) a 318,70 cents/lp, alta de 1,94% (605 pontos) no dia e 5,51% (1.665 pontos) na semana.
Na Bolsa de Londres (ICE Futures Europe), o contrato de robusta para novembro/25 fechou em alta de 4,03% (153 dólares), cotado a US$ 3.952 por tonelada. Na variação semanal, os ganhos acumularam 12,59% (442 dólares).
O dólar à vista encerrou a sessão de ontem em alta de 0,28%, cotado a R$ 5,4171. Na semana, a moeda americana acumulou baixa de 0,32%.
A Climatempo informa que no interior paulista e mineiro, o ar frio não deve influenciar de maneira significativa, o calor e o ar seco continuam marcando presença ao longo do dia no fim de semana. “A umidade relativa do ar permanece em níveis críticos sobre a região, com maior destaque para toda faixa entre o oeste paulista e o noroeste mineiro, onde os valores devem seguir abaixo de 20%”, prevê a Climatempo.
No mercado físico brasileiro, os preços subiram nesta quinta-feira. Segundo o Cepea/Esalq-USP, o café arábica foi negociado a R$ 1.893,31 por saca, com avanço semanal de 4,33%. Já o robusta fechou a R$ 1.179,05 por saca, alta de 12,14% na semana.
Mais informações para a imprensa
Assessoria de Comunicação CNC
Alexandre Costa – alexandrecosta@cncafe.com.br / imprensa@cncafe.com.br
(61) 99999-1570
