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CNC destaca inovação e protagonismo da cafeicultura brasileira

O Conselho Nacional do Café (CNC) celebra o resultado alcançado pela Cooxupé, que consolida, na prática, um modelo produtivo alinhado às demandas globais por sustentabilidade, sem abrir mão da produtividade e da qualidade. A iniciativa demonstra que o produtor brasileiro está preparado para liderar soluções que integram conservação ambiental, inovação tecnológica e geração de renda no campo.

Ao estruturar o Projeto de Cafeicultura Regenerativa e viabilizar a comercialização de créditos de carbono no modelo de insetting, a cooperativa inaugura uma nova fronteira para a cafeicultura: a valorização direta das boas práticas dentro da própria cadeia produtiva. Trata-se de um movimento estratégico, que reforça o papel do Brasil como protagonista no fornecimento de café sustentável ao mundo.

Ciência, tecnologia e cooperação como pilares

O CNC ressalta que o sucesso da iniciativa está diretamente ligado à integração entre ciência, tecnologia e cooperação. A parceria com instituições de pesquisa como a EPAMIG, aliada ao uso de ferramentas modernas de monitoramento, como georreferenciamento, drones e imagens de satélite, confere credibilidade e robustez à mensuração dos créditos gerados.

Além disso, a atuação de empresas especializadas na estruturação e validação dos créditos reforça a segurança e a transparência do processo, elementos essenciais para a inserção competitiva do café brasileiro nos mercados internacionais.

Sustentabilidade que gera valor ao produtor

Os resultados do projeto piloto evidenciam um caminho promissor: a combinação entre práticas regenerativas e geração de renda adicional ao produtor. Ao transformar serviços ambientais em ativos econômicos, a iniciativa fortalece a sustentabilidade não apenas do ponto de vista ambiental, mas também social e financeiro.

Um modelo que inspira o setor

A abrangência regional do projeto — envolvendo produtores do Sul de Minas, Cerrado Mineiro e Matas de Minas — demonstra seu potencial de replicação em diferentes realidades produtivas. Esse fator é estratégico para ampliar o alcance das práticas regenerativas e consolidar o Brasil como referência global em produção sustentável de café.

“O avanço alcançado pela Cooxupé mostra, de forma concreta, que o produtor brasileiro está no centro das soluções para uma agricultura mais sustentável. A geração de créditos de carbono na cafeicultura é um passo histórico, que alia ciência, inovação e valorização do trabalho no campo. Trata-se de um exemplo que fortalece toda a cadeia produtiva e projeta o Brasil como líder global em sustentabilidade no café. Parabenizamos o presidente da Cooxupé, Carlos Augusto Rodrigues de Melo, o vice Osvaldinho e o departamento ESG da cooperativa, muito bem conduzido pela gerente Natalia Carr. É motivo de orgulho ver a evolução desse projeto”, destaca o presidente do CNC, Silas Brasileiro.

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